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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Leslie Aloan assume cadeira na Academia de Medicina do Rio de Janeiro




Presidente do Inase foi um dos homenageados em evento da AMRJ


O presidente do Instituto Nacional de Assistência à Saúde e à Educação (Inase), Dr. Leslie Aloan, se tornou o mais novo membro da Academia de Medicina do Rio de Janeiro (AMRJ), em evento realizado no teatro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro. Eleito através de uma assembleia especial promovida pela academia, Dr Leslie Aloan assumiu a cadeira 51 da ACAMERJ junto com outros dois novos membros, a psiquiatra Lilian Scheinkman (cadeira 72), e o especialista em medicina clínica Jorge Bermudez (cadeira 55).


Visivelmente emocionado em seu discurso de posse, Leslie Aloan falou do patrono de sua cadeira, Aarão Benchimol, além de comentar sobre os desafios da medicina atual, que se moderniza a cada ano que passa. “Os avanços tecnológicos são impressionantes nos dias atuais e a sociedade médica deve estar muito bem atenta aos novos conceitos que surgem. No futuro acredito que a medicina será muito utilizada a distância, onde a interação entre médico e paciente pode ter seu fim, ou se dar através de novas formas de comunicação”.


Dr. Aloan agradeceu também a mesa diretora por sua eleição e relembrou de algumas coincidências que o cercam em relação ao patrono de sua cadeira, Aarão Benchimol. “É um prazer poder falar do Prof. Benchimol, o primeiro Chefe de Serviço de Cardiologia do Hospital dos Servidores do Estado, cargo que vim a ocupar quase 50 anos depois. Além disso, em 15 de outubro de 2013, dia em que fui eleito para esta cadeira, Aarão aniversariava completando seu centenário. Benchimol formou cardiologistas ilustres e seus ensinamentos são passados até os dias de hoje”, finalizou Leslie.


Com a posse de Leslie Aloan na Academia de Medicina do Rio de Janeiro, o Inase se torna uma das principais instituições de saúde do Rio de Janeiro. Para o orador Haroldo Jacques, que recepcionou os novos acadêmicos, Leslie é um grande representante da classe médica. “É o reconhecimento de um grande profissional. Aloan desfruta da herança do respeito e da simplicidade. É uma honra ter Leslie em nossa academia”.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Leslie Aloan assume cadeira na Academia Brasileira de Médicos Escritores

Presidente do Inase relembrou sua trajetória médica e literária em evento na Lagoa



Doutor em cardiologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e presidente do Instituto Nacional de Assistência à Saúde e à Educação (Inase), Leslie Aloan assumiu a cadeira 32 da Academia Brasileira de Médicos Escritores (ABRAMES). A cerimônia de posse foi realizada no Clube Monte Líbano, na Lagoa, Zona Sul do Rio de Janeiro, durante a Semana Literária de Arte, Prosa e Verso, promovida anualmente pela academia. Dr. Aloan, visivelmente emocionado, agradeceu a todos os presentes e relembrou momentos da carreira médica, além de sua trajetória literária.



Com cinco livros de medicina publicados e outros cinco na área da prosa e poesia, Leslie Aloan aceitou as honras da presidente da academia, Juçara Regina Viegas. Ele enalteceu que a cadeira 32 fora ocupada por grandes nomes da psiquiatria brasileira, e afirmou estar muito grato em ser o primeiro cardiologista a ocupar o lugar. “É com muita satisfação e orgulho que recebo esta nomeação para fazer parte da família ABRAMES. Todos os quatro imortais que ocuparam este lugar foram ligados com excelência à psiquiatria e, de agora em diante, espero estar pronto para cumprir esta missão”.



Dr. Aloan foi homenageado por toda a diretoria da academia, tendo o reconhecimento de seu trabalho à frente da direção do Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro. A presidente Juçara Regina fez questão de destacar a simplicidade como principal característica do médico. “É uma honra entregar a medalha da ABRAMES para o meu ex-diretor. Estar com Aloan é uma reflexão de cidadania e humanização. Lembro-me da época em que trabalhávamos no hospital, quando tínhamos uma grande equipe sempre disposta a fazer o melhor no dia a dia”, ressaltou Juçara.



Depois de lançar dois livros na última Bienal do Rio, “A Síndica”, de contos e crônicas, e “Da Vida à Imortalidade”, de poesias, Dr. Aloan mantém intensa a atividade literária. Em 2014, será lançada uma edição revisada e ampliada de seu principal livro médico, “Hemodinâmica e Angiocardiografia – Obtenção de dados interpretações e aplicações Clínicas”, uma das principais obras no assunto, além de outras três publicações em prosa e verso. “É sempre um prazer poder atualizar a obra Hemodinâmica e Angiocardiografia. Além de ser meu primeiro livro, de 1982, também foi o primeiro a abordar o assunto em língua portuguesa. Foi uma experiência incrível”, destaca Leslie.


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Aviso de Adiamento Sine Die


INSTITUTO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE E A EDUCAÇÃO.

                     Aviso de Adiamento Sine Die

 Pregão Eletrônico nº 002/2013
Inase - Instituto Nacional de Assistência à Saúde e Educação, torna público o adiamento Sine Die da sessão em tela. Maiores informações www.caixa.gov.br, sessão Editais.




segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Organizações Sociais de Saúde: um modelo a ser atendido.





Fonte do texto: http://bit.ly/16fF3F4 Folha BV

O Brasil passa por um momento em que movimentos sociais pedem por mais educação, segurança e saúde. São bandeiras legítimas e, sobre a necessidade de melhorias nos setores, não há dissenso. Embora os pleitos sejam importantes, creio que a saúde esteja à frente dos demais. Num período de debates, o modelo de Organizações Sociais (OSs) deve ser entendido, pois faz parte de necessária reforma do aparelho do estado. Para entender a questão é necessário acabar com alguns mitos: o primeiro é de que significa a privatização dos serviços públicos de saúde. Não significa.

Privatizar é vender uma estatal para a iniciativa privada. No caso das OSs, ocorre a ‘transferência da gestão’ de unidades que permanecem públicas e com atendimento exclusivo ao SUS. A gestão do ‘sistema de saúde’ permanece como uma atividade exclusiva e indelegável do Estado. O objetivo é oxigenar as unidades aproximando-as do conceito privado, de modo que os usuários do SUS sejam atendidos em centros públicos de saúde equiparáveis aos privados.

Estudo patrocinado pelo Banco Mundial comprovou que os índices de mortalidade dos hospitais sob gerenciamento de OSs caem até a metade dos apresentados pelos hospitais da administração direta, além do custo de procedimentos e internações - sensivelmente menor nos centros gerenciados. Essa melhoria na qualidade e redução de custos tem sido experimentada no Estado do Rio de Janeiro.

O segundo mito é de que a gestão por OSs não possui controle do estado. Nunca um modelo foi tão fiscalizado. Para se ter uma ideia, o contrato possui metas quantitativas e qualitativas mensuráveis, que precisam ser cumpridas para que a entidade parceira receba as verbas de custeio a serem aplicadas. O acompanhamento é feito pelas Secretarias de Saúde, com base na apresentação mensal de indicadores de produção, analisados por comissões de controle e fiscalização.

No Estado do Rio, a Secretaria Estadual de Saúde realiza fiscalização in loco nas unidades gerenciadas. Periodicamente, realizam pesquisas de satisfação, com perguntas que abrangem desde as condições de higiene das unidades, ao atendimento dos profissionais. De maneira autônoma, há, ainda, a fiscalização dos órgãos de controle do próprio Estado, como Secretarias de Fazenda e Tribunais de Contas.

Avanços têm sido obtidos com o modelo. Cerca de um ano após a implantação, verifica-se maior assiduidade de médicos e profissionais da assistência. Isto se deve à mudança no regime de contratação, pois as entidades gerenciadoras atuam e contratam com base nas leis de direito privado. Sob o aspecto da qualidade, as unidades gerenciadas por OSs apresentam ganhos. Não só mantendo atualizados seus parques tecnológicos, mas capacitando funcionários para operação desses equipamentos. Isto permitiu que os hospitais fossem acreditados como de excelência por organismos nacionais e internacionais – títulos que apenas faziam parte da realidade dos hospitais “de primeira linha”.

Por fim, o modelo tem possibilitado aos Estados executar a segunda parte do processo de reforma. Uma etapa endógena, que passa por reformular seu quadro de servidores, pagando-os de acordo com o mercado e mantendo os que contribuam com a redefinição de seu papel. Um estado planejador de políticas públicas eficazes, alinhadas com as necessidades da população é um fiscalizador de metas e resultado. É isso que queremos.

* Advogado, sócio do Sìdoti Advogados, especialista em Direito Administrativo pela Fundação Getúlio Vargas - FGV

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Aviso de Adiamento Sine Die



INSTITUTO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE E A EDUCAÇÃO.
                    
- Aviso de Adiamento Sine Die

                   Pregão Eletrônico nº 003/2013
Inase - Instituto Nacional de Assistência à Saúde e Educação, torna público o adiamento Sine Die da sessão em tela. Maiores informações www.caixa.gov.br, sessão Editais.


quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Campanha Dia Nacional de Combate ao Fumo - 29/08


Aviso de Adiamento



INSTITUTO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE E A EDUCAÇÃO.
                             
    Aviso de Adiamento
                   Pregão Eletrônico nº 002/2013
Inase - Instituto Nacional de Assistência à Saúde e Educação, torna público o adiamento da sessão para o dia 13/09/13. Maiores informações www.caixa.gov.br, sessão Editais.